domingo, março 27, 2011
quarta-feira, março 23, 2011
MIMINHOS DE PÁSCOA
Porque a vida é feita de pequenos mimos, não se devem deixar passar as oportunidades de adoçar a vida.
No Arte a Brincar, propomos, eu e a minha mana Fatinha, que tornem a vossa Páscoa doce, bonita e cheia de mimos. Passem por lá e não resistam! ;))
Estes miminhos têm o alto patrocínio da D. Adélia, a nossa querida mãe, que fez as cestinhas.
No Arte a Brincar, propomos, eu e a minha mana Fatinha, que tornem a vossa Páscoa doce, bonita e cheia de mimos. Passem por lá e não resistam! ;))
Estes miminhos têm o alto patrocínio da D. Adélia, a nossa querida mãe, que fez as cestinhas.
segunda-feira, março 14, 2011
SERÁ QUE DEPENDE DA POSIÇÃO?
Segundo estudos recentes,
parado, fortalece a coluna;
de cabeça baixa, estimula a circulação do sangue;
de barriga para cima dá mais prazer;
sozinho, é estimulante, mas egoísta;
em grupo, pode até ser divertido;
no banho pode ser arriscado;
no automóvel, é muito perigoso...
com frequência, desenvolve a imaginação;
entre duas pessoas, enriquece o conhecimento;
de joelhos, o resultado pode ser doloroso...
Enfim, sobre a mesa ou no escritório,
antes de comer ou depois da sobremesa ,
sobre a cama ou na rede,
nus ou vestidos,
sobre o sofá ou no tapete,
com música ou em silêncio,
entre lençóis ou no "closet":
é sempre um acto de amor e de enriquecimento.
Não importa a idade, nem a raça, nem a crença,
nem o sexo, nem a posição socio-económica...
... Ler é sempre um prazer!
Definitivamente, o acto de ler leva a desfrutar e a desenvolver a imaginação, não é?!
:)))))))))))))))
parado, fortalece a coluna;
de cabeça baixa, estimula a circulação do sangue;
de barriga para cima dá mais prazer;
sozinho, é estimulante, mas egoísta;
em grupo, pode até ser divertido;
no banho pode ser arriscado;
no automóvel, é muito perigoso...
com frequência, desenvolve a imaginação;
entre duas pessoas, enriquece o conhecimento;
de joelhos, o resultado pode ser doloroso...
Enfim, sobre a mesa ou no escritório,
antes de comer ou depois da sobremesa ,
sobre a cama ou na rede,
nus ou vestidos,
sobre o sofá ou no tapete,
com música ou em silêncio,
entre lençóis ou no "closet":
é sempre um acto de amor e de enriquecimento.
Não importa a idade, nem a raça, nem a crença,
nem o sexo, nem a posição socio-económica...
... Ler é sempre um prazer!
Definitivamente, o acto de ler leva a desfrutar e a desenvolver a imaginação, não é?!
:)))))))))))))))
sexta-feira, março 11, 2011
O PORQUÊ #5
MAL E PORCAMENTE
Significado: Muito mal; de modo muito imperfeito.
Origem: «Inicialmente, a expressão era "mal e parcamente". Quem fazia alguma coisa assim, agia mal e eficientemente, com parcos (poucos) recursos. Como parcamente não era uma palavra de amplo conhecimento, o uso popular tratou de substituí-la por outra, parecida, bastante conhecida e adequada ao que se pretendia dizer. E ficou "mal e porcamente", sob protesto suíno.»
Significado: Muito mal; de modo muito imperfeito.
Origem: «Inicialmente, a expressão era "mal e parcamente". Quem fazia alguma coisa assim, agia mal e eficientemente, com parcos (poucos) recursos. Como parcamente não era uma palavra de amplo conhecimento, o uso popular tratou de substituí-la por outra, parecida, bastante conhecida e adequada ao que se pretendia dizer. E ficou "mal e porcamente", sob protesto suíno.»
in A Casa da Mãe Joana, de Reinaldo Pimenta, vol.1 (Editora Campus, Rio de Janeiro)
sexta-feira, março 04, 2011
MUDANÇA DE PLANOS
Tinha dito a mim mesma: 'Vais conhecer o homem dos teus sonhos'. Afinal chego lá e ele já tinha ido embora! Bem, se calhar até foi bom já que aproveitei e fui ter com outro. Devo confessar que o 'Discurso do Rei' me emocionou bastante. E aquela velha máxima que diz que 'atrás de um grande homem há sempre uma grande mulher', está ali bem patente. Vão ver que vale a pena. Mesmo.
quinta-feira, março 03, 2011
ÀS VEZES O SILÊNCIO É MESMO DE OURO
Na ânsia de se querer dizer tudo o que se sente, nem sempre se o diz da melhor forma. Nem sempre o que se lê, se lê da forma que quem o escreveu lhe deu. Explicar sentimentos não é fácil. E talvez por isso seja melhor senti-los, apenas. É que o silêncio pode doer mas há palavras que doem muito mais.
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
HÁ COISAS QUE NÃO SE ESQUECEM
Aos 17 anos, altura em que se prespectivava a entrada na faculdade, tive várias vezes de me deslocar a Bragança apesar de estudar em Macedo de Cavaleiros. Primeiro para fazer as provas específicas e mais tarde para tratar da candidatura e ver resultados. Ainda me lembro de ter ido de comboio. Nessa altura, uma viagem de comboio de Macedo a Bragança era uma aventura... para se estar lá a horas de fazer as provas, 9h, era preciso madrugar!
Mas voltando ao assunto inicial, foi em Bragança que me apaixonei por um carro. Rara era a vez que lá ía que não o visse. Um carocha pintado de um cor-de-rosa lindo, rosa bébé, com jantes e interiores brancos em pele e, imaginem só, descapotável! Aquele carro enchia-me as medidas e ainda eu não pensava sequer em tirar a carta de condução. Como diria um amigo meu, esse carro era feito à minha medida, um carro de barbie.
E hoje, ao ver passar na rua uma Renault 4L cor-de-rosa, linda de morrer, lembrei-me deste meu primeiro amor. :))
Mas voltando ao assunto inicial, foi em Bragança que me apaixonei por um carro. Rara era a vez que lá ía que não o visse. Um carocha pintado de um cor-de-rosa lindo, rosa bébé, com jantes e interiores brancos em pele e, imaginem só, descapotável! Aquele carro enchia-me as medidas e ainda eu não pensava sequer em tirar a carta de condução. Como diria um amigo meu, esse carro era feito à minha medida, um carro de barbie.
E hoje, ao ver passar na rua uma Renault 4L cor-de-rosa, linda de morrer, lembrei-me deste meu primeiro amor. :))
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
AMOR QUE MORRE
O nosso amor morreu... quem o diria!
Quem o pensava mesmo ao ver-me tonta,
Ceguinha de te ver, sem ver a conta
Do tempo que passava, que fugia!
Bem estava a sentir que ele morria...
E outro clarão, ao longe, já desponta!
Um engano que morre... e logo aponta
A luz doutra miragem fugidia...
Eu bem sei, meu Amor, que pra viver
São precisos amores, pra morrer,
E são precisos sonhos pra partir.
E bem sei, meu Amor, que era preciso
Fazer do amor que parte o claro riso
De outro amor impossível que há-de vir!
Quem o pensava mesmo ao ver-me tonta,
Ceguinha de te ver, sem ver a conta
Do tempo que passava, que fugia!
Bem estava a sentir que ele morria...
E outro clarão, ao longe, já desponta!
Um engano que morre... e logo aponta
A luz doutra miragem fugidia...
Eu bem sei, meu Amor, que pra viver
São precisos amores, pra morrer,
E são precisos sonhos pra partir.
E bem sei, meu Amor, que era preciso
Fazer do amor que parte o claro riso
De outro amor impossível que há-de vir!
FLORBELA ESPANCA
quarta-feira, janeiro 19, 2011
O PORQUÊ #4
COMER MUITO QUEIJO
Significado: Ser esquecido; ter má memória.
Origem: A origem desta expressão portuguesa pode explicar-se pela relação de causalidade que, em séculos anteriores, era estabelecida entre a ingestão de lacticínios e a diminuição de certas faculdades intelectuais, especificamente a memória.
A comprovar a existência desta crença existe o excerto da obra do padre Manuel Bernardes "Nova Floresta", relativo aos procedimentos a observar para manter e exercitar a memória: «Há também memória artificial da qual uma parte consiste na abstinência de comeres nocivos a esta faculdade, como são os lacticínios, carnes salgadas, frutas verdes e vinho sem muita moderação, e também o demasiado uso do tabaco».
Sabe-se hoje, através dos conhecimentos provenientes dos estudos sobre memória e nutrição, que o leite e o queijo são fornecedores privilegiados de cálcio e de fósforo, elementos importantes para o trabalho cerebral. Apesar do contributo da ciência para desmistificar uma antiga crença popular, a ideia do queijo como alimento nocivo à memória ficou cristalizada na expressão 'comer muito queijo'.
Significado: Ser esquecido; ter má memória.
Origem: A origem desta expressão portuguesa pode explicar-se pela relação de causalidade que, em séculos anteriores, era estabelecida entre a ingestão de lacticínios e a diminuição de certas faculdades intelectuais, especificamente a memória.
A comprovar a existência desta crença existe o excerto da obra do padre Manuel Bernardes "Nova Floresta", relativo aos procedimentos a observar para manter e exercitar a memória: «Há também memória artificial da qual uma parte consiste na abstinência de comeres nocivos a esta faculdade, como são os lacticínios, carnes salgadas, frutas verdes e vinho sem muita moderação, e também o demasiado uso do tabaco».
Sabe-se hoje, através dos conhecimentos provenientes dos estudos sobre memória e nutrição, que o leite e o queijo são fornecedores privilegiados de cálcio e de fósforo, elementos importantes para o trabalho cerebral. Apesar do contributo da ciência para desmistificar uma antiga crença popular, a ideia do queijo como alimento nocivo à memória ficou cristalizada na expressão 'comer muito queijo'.
sábado, janeiro 08, 2011
quinta-feira, janeiro 06, 2011
AGRADECIMENTO
Quero muito agradecer, do fundo do coração, àquela empresa cujo nome começa por PAR e termina em FOIS, o facto de ter aberto uma excepção aqui à minha pessoa. Afinal, só pôs em causa uma das suas regras básicas de funcionamento: trocar um artigo apesar de não ter talão nem de oferta nem de compra. As etiquetas que acompanham o produto, basicamente, parecem não servir para nada.
Gostava também de parabenizar (andava mortinha por usar esta palavra tão... acordo ortográfico) a mesma empresa, pelo facto de dar uma formação tão intensa às suas funcionárias. Sim, para meu bem, a menina que me atendeu ontem na loja do Norte Shopping, fez logo o favor de me elucidar sobre os eventuais problemas que sobre mim podiam recaír caso utilizasse o livro de reclamações.
E porque a funcionária em causa era um amor, aproveito para lhe pedir desculpas pelo facto de não ter demonstrado toda a minha alegria e gratidão pela excepção feita à minha pessoa.
São momentos como este que nos mostram que afinal o impossível às vezes pode tornar-se possível.
Gostava também de parabenizar (andava mortinha por usar esta palavra tão... acordo ortográfico) a mesma empresa, pelo facto de dar uma formação tão intensa às suas funcionárias. Sim, para meu bem, a menina que me atendeu ontem na loja do Norte Shopping, fez logo o favor de me elucidar sobre os eventuais problemas que sobre mim podiam recaír caso utilizasse o livro de reclamações.
E porque a funcionária em causa era um amor, aproveito para lhe pedir desculpas pelo facto de não ter demonstrado toda a minha alegria e gratidão pela excepção feita à minha pessoa.
São momentos como este que nos mostram que afinal o impossível às vezes pode tornar-se possível.
sexta-feira, dezembro 31, 2010
FELIZ ANO NOVO
Estamos prestes a virar mais uma folha no calendário. Dizem que o ano que se avizinha não vai ser fácil. Cabe a cada um de nós saber lidar com a dificuldade e conseguir, mesmo assim, que seja um ano feliz. Tenho a certeza que muita coisa boa se irá manter nas nossas vidas e outras coisas boas poderão surgir. Mas também sei que vamos continuar rodeados de coisas más. No entanto, espero sinceramente:
Que possamos aprender a dar valor ao que é realmente importante. Estes são os meus votos para 2011.
quinta-feira, dezembro 30, 2010
terça-feira, dezembro 21, 2010
quinta-feira, dezembro 16, 2010
UMA HISTÓRIA DE NATAL
Na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada.
Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada.
Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo.
Para alegrar-lhe a vida, a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, tocam-lhe à porta.
Com a pressa de abrir a porta, tropeça e amassa a cara toda, começando a sangrar.
Abre a porta neste lindo estado e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:
- Olá Pai Natal! Boas Festas!
Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor.
Trago-te aqui esta árvore de natal.
Onde é que queres que a meta?
É por isso que há árvores de Natal que têm um anjinho em cima.
Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada.
Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo.
Para alegrar-lhe a vida, a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, tocam-lhe à porta.
Com a pressa de abrir a porta, tropeça e amassa a cara toda, começando a sangrar.
Abre a porta neste lindo estado e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:
- Olá Pai Natal! Boas Festas!
Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor.
Trago-te aqui esta árvore de natal.
Onde é que queres que a meta?
É por isso que há árvores de Natal que têm um anjinho em cima.
sexta-feira, dezembro 10, 2010
sexta-feira, dezembro 03, 2010
UM ACORDAR
6h40, toca o despertador. Hoje não me levanto logo. Estou naquele prazer matinal de apreciar o quentinho da cama durante mais ou menos 5 minutos. Tomo o pequeno almoço, visto-me, pego no saco de ginástica e lá vou eu. Desço as escadas e quando chego lá baixo reparo na sorte que tem o meu peugeotzinho em dormir abrigado debaixo de um tecto. Os carros que estão lá fora estão completamente gelados. Pressinto já o frio. Entro no carro e o termómetro marca 7ºC. Estranho, pensei que estava mais frio. Saio da garagem e faço-me ao caminho. São agora 7h15 e o termómetro começa a descer. À minha passagem vejo tudo branco da geada. E de repente olho para o céu e vejo um quadro maravilhoso: um fiozinho de lua, bem côncavo, cheio de luz e lá mais em cima uma estrelinha brilhante a piscar o olho à lua. Esta é a mesma estrela que volta e meia usa a lua como sua cama, tenho a certeza. Nunca repararm quando a lua é o berço dessa estrelinha? É lindo!!! Eu já disse que namoro muito a lua, não já?!
De repente o carro apita e vejo a indicação de perigo de gelo. Estão agora 3ºC. Foi esta a temperatura que me acompanhou até ao destino. Quando saio do carro para entrar no ginásio, sinto o frio a percorrer-me o corpo, a magoar-me a cara. Mas sei que mais uns minutos e a temperatura volta a subir. Pelo menos a do meu corpo.
De repente o carro apita e vejo a indicação de perigo de gelo. Estão agora 3ºC. Foi esta a temperatura que me acompanhou até ao destino. Quando saio do carro para entrar no ginásio, sinto o frio a percorrer-me o corpo, a magoar-me a cara. Mas sei que mais uns minutos e a temperatura volta a subir. Pelo menos a do meu corpo.
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