Afinal parece que o dia extra não vai ser assim tããããão necessário... hoje não correu mal.
Amanhã, vai ser agitadíssimo.
Faltam-me umas compras e vou tentar ir a duas festas infantis de Natal (às vezes gostava de poder conseguir estar em mais de um sítio ao mesmo tempo). Numa delas, o Gustavo vai usar uma fatiota de Peter Pan que eu ajudei a produzir. Depois mostro-vos o resultado da obra. Mas só depois de eu voltar! Vou de passeio durante a próxima semana. E pra variar, acho que a mala vai ser feita na última...
Podia fazer um copy paste deste post e teria o post do dia feito. Mas, dado que vou fazer deste mês de Dezembro o primeiro do resto da minha vida, vou fazer diferente, vou dizê-lo de outra forma. Comecemos por uma definição:
abstenção s. f. Privação ou desistência voluntária de um direito político ou social.
Na minha versão => cobardia dos que falando por trás, não conseguem tomar uma posição na hora H.
E já agora um conselho: antes de comprarem uma casa e se já houver condomínio, lembrem-se sempre antes,de investigar o que por lá se passa. Para não terem surpresas desagradáveis.
Quem encomendou deixou a escolha do motivo por minha conta. Confesso que andava mortinha por fazer este. Tenho uma predilecção pela lua... e este bébé é um sonho!
Pronta e entregue em tempo record. E que o Rafael seja muito feliz.
Pela primeira vez na minha vida dormi de lentes. Foi esta noite. E hoje continuo com elas. Portanto, se por acaso amanhã ouvirem dizer que uma mulher apareceu de madrugada no hospital com os olhos nas mãos agarrados a umas lentes de contacto, já sabem, sou eu.
Pena que não tomei a vacina da gripe A... isso é que daria uma notícia... já estou a ver a abertura dos telejornais de amanhã: " Mulher de 36 anos dá entrada no hospital com os olhos nas mãos e agarrados a umas lentes de contacto, pouco tempo depois de ter tomado a vacina da gripe A. A confirmar-se a relação, será o primeiro caso em todo o mundo."
Esta manhã, estava eu aqui concentrada na minha papelada, eis que de repente sinto um barulho forte lá fora. Levanto os olhos e vejo uma carrinha com caixa frigorífica atrás (daquelas altas) a circular com as portas traseiras mal fechadas. Ora então o que tinha sido o barulho? Uma das portas a bater suavemente nos carros estacionados do lado direito. Quando fui lá fora para ver se apanhava a matrícula do dito cujo, já o mesmo se tinha escapulido (o que aconteceu muito rápido) parecendo-me a mim que ele teve bem a noção do que fez. Chega entretanto o dono de um dos carros e a vizinha do lado diz-lhe que também presenciou mas que não conseguiu ver quem era. Ficou sem pisca. Claro que nem sequer se atreveu a chamar a polícia porque o carro estava estacionado em cima do passeio. O outro carro afectado ainda lá está. Mas parece-me que o dono também não vai gostar nada da surpresa: a porta traseira amolgada.
Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas. Nunca dizem 'Despacha-te!'. Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos. Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior. As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes. Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes. As Avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo. Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós. Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, sobretudo se não tiver televisão.
Artigo redigido por uma menina de 8 anos e publicado no Jornal do Cartaxo
Abriu-se a porta e os gatinhos cantaram: Parabéns a você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida. Hoje é dia de festa, cantam as nossas almas, prá menina Fatinha, uma salva de palmas.
E como te disse, que os 34 sejam muito, mas mesmo muito melhores que os 33!
Ainda eu não tinha aberto a porta do estaminé, já o Sr. carteiro se encontrava ao meu lado a perguntar pela Maria de Lurdes. Tão querido... trazia carta pra mim! E registada, o que não agoira nada de bom... Pois é, chegou a decisão, naquele português complicado e cheio de artigos: 30 dias de inibição de conduzir ou 180 de pena suspensa. Um mimo!
'Após ter negado várias vezes ter sequer sido convidada, Isabel Alçada é apresentada como a nova ministra da educação'. Já tinha ouvido a novidade ontem à noite na TSF, no intervalo do meu querido Sporting, mas foi por estas palavras que a ouvi esta manhã.
Tenho cá pra mim que esta coisa da política é assim a modos que... contagiosa. Ou será ficcionária? É que isto de começar logo com histórias...
E por falar em histórias, quem vai agora dar uma mãozinha à Ana Maria Magalhães, heim?!
Hoje à hora do almoço a praia de Matosinhos estava cheia: Vocês não acham que assim, todas dispostinhas em carreirinhas e quietinhas e de asinhas fechadinhas e bem longe do meu carrinho, as gaivotas até são girinhas?!
Mas como sempre nestas alturas, há um artista que gosta de estragar o sossego alheio: Não fosse eu estar de saltos altos, tinha-me ido ao miúdo, ai tinha, tinha...sabe lá ele quanto eu gasto em lavagens com o peugeotzinho!
'... é preciso aprender a falar com o coração, com sentimento... gostarmos uns dos outros... dizermos aos nossos amigos que gostamos deles... dar muitos abraços... sabes tia Lurdes, as estrelas num fundo azul somos nós: eu, tu, a mamã, o papá, a avó, nós todos... as estrelas são luminosas quando estamos felizes! Porque quando estamos tristes, não se vêem...'
Palavras do meu querido Gustavo que ontem me contava sobre a visita que fez pelo infantário ao Lugar dos Afectos.
O Gustavo tem 5 anos e deixou-me a pensar que talvez fosse bom andarmos todos com uma bateria extra...
Esta noite realizei um filme do James Bond. A sério! Realizei, produzi e ainda contracenei com o Pierce Brosnan. Em sonhos, claro. Mas não, nem em sonhos fui uma Bond's girl. Fui apenas a miúda que ele encontrou no elevador e a quem pôde dar a chave que tinha acabado de roubar à entrada do hotel a um outro hóspede para que ele não fosse encontrado no quarto onde realmente ía ficar - o outro hóspede só era o mafioso do dia. Mas eu, dotada de um sexto sentido apuradíssimo, consegui escapar sorrateira e elegantemente pelo ginásio do hotel, colocando a dita chave no saco de outra jeitosa com quem os maus iriam concerteza ajustar contas. E adivinhem lá para onde dáva a saída do ginásio?!... Para um túnel onde se podia apanhar o comboio para... Vila Real!
Costumo dizer que a minha vida dáva um filme. Mas afinal... os meus sonhos é que são filmes a sério!
Normalmente perdemos sempre o que mais gostamos. Ou será que por gostarmos tanto acabamos por sentir mais a sua falta quando o perdemos? Tenho pra mim que isto dáva uma bela teoria pra muita coisa na vida...
Mas hoje do que me queixo é de ter perdido o meu anel preferido. Não tinha nenhum significado especial, tinha-o comprado eu mesma há muitos anos. Lembro-me de o ter no dedo e depois... lembro-me de não o ter. Já o procurei e nada, não sei o que lhe aconteceu. Quer dizer, sei... perdi-o.
E a propósito desta minhas andanças no mundo dos lavores, recebi há dias o seguinte e-mail de uma amiga:
Não te consigo imaginar a fazer estas coisas! Porque será?
Imagino-te a ler, a escrever, no pc, a andar de bicicleta, nas caminhadas, até te consigo ver na cozinha a fazer uma bela refeição ou um bolo bom e bonito! Mas sentadinha de agulha na mão não consigo.
Pois é, por incrível que pareça fazer estas coisas dá-me gozo, de outra forma não as faria. E é sentadinha de agulha na mão que muitas vezes me abstraio de tudo o que me preocupa e me rodeia. E isso faz-me bem!
Tou farta de ter a rua cortada à minha porta, tou farta de deixar o carro estacionado debaixo das cagadeiras ambulantes (vulgarmente chamadas de gaivotas), tou farta de pessoas que têm a mania que são mais que os outros, tou farta da hipocrisia do mundo em que vivo, tou farta desta moda dos restaurantes terem um (ou mais) assadores na rua, tou farta de pessoas mal-educadas, tou farta desta forma tão tipicamente nossa do cada um faz o que quer e lhe apetece, tou farta de estar sem computador em casa, tou farta de ser sempre a bem comportada, tou farta de me olhar ao espelho e não gostar do que vejo, tou farta de me deitar tarde, tou farta que me passem sempre a batata quente, tou farta de ter as costas largas, tou farta de falar para o boneco, tou farta da indiferença, tou farta de xicos espertos, tou farta de andar irritada e chateada e impossível de aturar.
Hoje acordei com aquela sensação de passagem de ano: depois de muita euforia, a vidinha volta exactamente ao que era. Há quem diga que não, que agora a coisa - entenda-se por coisa aquela coisa do poder governamental - vai ser bem diferente. Eu cá por mim nem sei o que diga... Tendo em conta que foi ainda na outra legislatura (é assim que se diz, não é?!) que apareceram uns extras na A4, no trajecto que liga a minha casita ao meu local de trabalho, só falta saber que outros extras facultará esta nova legislatura para adornar os primeiros. Há quem diga que vão ser radares. A mim cheira-me a portagens!
TER PEITO => Chegar a casa tarde após uma farra com os amigos, ser recebido pela mulher com uma vassoura na mão e perguntar: ' Ainda estás a limpar a casa, ou vais voar?'.
TER TOMATES => Chegar tarde a casa após uma farra com os amigos, a cheirar a perfume e a cerveja, baton no colarinho, e dar uma palmada no rabo da mulher dizendo: ' Tu és a próxima, gorducha!'.
Este foi-me oferecido há pouco. Anda de carro comigo. Vai aonde eu vou!
Mas sei que lá em cima há mais dois que olham por mim: um de cabelos e bigode branquinhos e outro bem mais novo, mas com uma madeixa de cabelos brancos igual à minha, a que descobrimos ter em comum quando eu tinha 17 anos.
16 de Setembro de 1954 - casavam a D. Adélia e o Sr. Artur. 16 de Setembro de 1957 - nascia o 2º rebento dessa união, o Sr. Serafim.
PARABÉNS!!! Vocês ocupam um lugar enorme dentro do meu coração. (mesmo sabendo que a minha casmurrice existe porque sou vossa filha e tua irmã - mas sempre podemos culpar a genética).
Diz o meu mini-cartão-cinco-em-um que hoje faço anos. A Galp já me deu os parabéns! Mas este meu querido mini-cartão-cinco-em-um também diz que eu me chamo Lourdes. E quando nos deitamos de rabo para o ar e acordamos ainda pior e deitamos contas à vida e extrapolamos tudo e mais alguma coisa, o resultado pode muito bem ser um dia de caca. Ou não...
Já vos aconteceu acordarem de manhãzinha, tomarem um duche de meia-hora que vos soube pela vida, estarem quase quase prontos pra saír de casa, mas ao receberem um telefonema (por volta das 8h15) ajeitarem-se confortavel e horizontalmente no sofá, a chamada terminar e continuarem a olhar para o tecto, e, quando se voltam a aperceber dele novamente, passar já das 10h da manhã? A mim já!
Nota: O facto de ter ficado a fazer arraiolos até quase à 1 ontem à noite servirá de atenuante?!
Já lá vão 6 anos, algumas caminhadas bem duras, mas sempre uma vontade enorme de fazer a próxima. E eu, bem, eu cada vez gosto mais deste grupo tão diferente e tão igual. É bom fazer parte dos Passageiros da Eternidade.
(Desta vez tivemos também a companhia da Claúdia e do Zé Carlos, um casal super simpático, e da Filomena, a mulher do Oliveira)
... uma dieta e muito exercício físico. Hoje saí do trabalho cheia de vontade de dar uma voltinha de bicicleta. Cheguei a casa, troquei de roupa e lá fui eu buscar a minha bicla que estava parada há mais de 3 anos (convém referir que o-meu-vizinho-com-cara-de-mau-mas-que-afinal-parece-ser-boa-pessoa, antes de eu ir de férias, fez o favor de lhe encher os pneus). Ao fim da primeira subida já as minhas pernas pareciam não ter força. Sim, que isto não é como na marginal de Matosinhos e da Foz que é tudo planinho. Pronto, confesso, também não são assim uns declives muuuuuuuuuuuuuuuuito acentuados mas é que eu estou mesmo fora de forma. Meia hora de subidas e descidas, e como se diz lá na minha terra, já deitava os bofes pela boca. Mas eu sou persistente! Amanhã volto a insistir! Não sei é em que condições vou ficar para a caminhada deste fim-de-semana... A parte da dieta é que me parece mais difícil. Jantar uvas com pão não me parece um bom começo...
Nada como regressar ao local de trabalho e ter dois avisos de correspondência para levantar nos correios. É tão bom quando se lembram de nós! As surpresas vêm de uma menina do sul e da minha querida PSP.
Esta barriga já era! Acabei de saber agorinha mesmo. A Inés (sim, sem chapéu) nasceu dia 18 com 3,4 kg e 51 cm. A mamã e o papá têm motivos para estarem orgulhosos. Ela é linda!!!! Estou mortinha por lhe pegar...
Hoje ao fim do dia fui às compras. Não, não fui ao lugar do costume. Mas em compensação encontrei três pessoas conhecidas: um antigo colega de faculdade e a minha antiga gestora de conta, que deram um olá e me cumprimentaram, e a senhora que me vendeu a casa, que fingiu não me ver. Já não me lembrava de ver alguém com um ar tão comprometido...
O título despertou-me o interesse. Desfolhei-o. Acabei por trazê-lo muito à custa da primeira página: um lindo poema deFlorbela Espanca, uma das referências literárias da autora. Confesso que não desgostei. Uma história passada em Vila Real. Só por si, uma surpresa!
Amar!
Eu quero amar, amar perdidamente! Amar só por amar: aqui... além... Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente... Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!... Prender ou desprender? É mal? É bem? Quem disser que se pode amar alguém Durante a vida toda é porque mente!
Há uma primavera em cada vida: É preciso cantá-la assim florida, Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada Que seja a minha noite uma alvorada, Que me saiba perder... pra me encontrar...
"Todos pensam em deixar um planeta melhor para os nossos filhos... Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?" - Pergunta vencedora num congresso sobre vida sustentável.
Há alturas na vida em que não sabemos o que fazer ou o que dizer. Há alturas na vida em que morremos por dentro, sózinhos, porque ninguém nos pode ajudar. Há alturas na vida em que nos perdemos e qualquer que seja o caminho a seguir, parecerá sempre o errado. Há alturas na vida em que chorar junto é o que resta. Porque nem sempre o amor vence tudo. Porque a vida às vezes é demasiado má. E feia. Porque não é justo marcar as pessoas assim, para a vida inteira.
I choose to hide But I look for you all the time I choose to run But I'm begging for you to come I wanna break But I know that you can take I stay a while To be sure that you're by my side Oh, oh
Don't look at me, just look inside 'Cause I can go through Tell me, are you goin' tired Of what I don't do I wanna see, I wanna fight 'Cause I don't feel scared Honey, if you care
I choose to find Things that you left behind I choose to stare But I can take you anywhere I wanna stay But my soul leaves you anyway Can close the door And love, could you give me more Oh, Oh
Don't look at me, just look inside 'Cause I can go through Tell me, are you goin' tired Of what I don't do I wanna see, I wanna fight 'Cause I don't feel scared Honey, if you care
Choose love, choose love, love Choose love, choose love, oh
Don't wanna hear, I wanna fight 'Cause this time I won't be wrong And I can waste this precious time Asking where do I belong So let me know your love is real 'Cause this time you won't control Tell me please, what do you feel Do I have to save your soul
Choose love, choose love, love Choose love, choose love Choose love, choose love, love Choose love, choose love Choose love, choose love, love Choose love, choose love Choose love, choose love, love Choose love, choose love Choose love, choose love, love Choose love, choose love Choose love, choose love, love Choose love, choose love
Sempre que se justifica (leia-se, todos os meses) tenho a obrigação de responder a um inquérito do querido INE - Istituto Nacional de Estatística. É necessário codificar os produtos que vêm do estrangeiro, aos quais corresponde um nome científico. E vejam só o que acabei de encontrar desta vez:
03079913 <=> Palurdes ou ameijoas e outras espécies da família Veneridae, com ou sem concha, congeladas.
Podia dizer que adoro as 2ªs feiras, mas não digo, porque estaria a mentir. Mas hoje... hoje até nem está a correr nada mal: - acordei mais cedo mas bem-disposta; - reguei as plantas logo pela manhã; - tive direito ao telefonema matinal, o qual já não sei viver sem; - a lua (sim leram bem, a lua) fez-me companhia no percurso de casa ao trabalho; - e acabei de receber uma pacotinho que a menina dos correios me entregou. 'Porque nem sempre trago multas', disse ela.
E de onde veio o pacotinho?! Da capital! Ah pois é!!! De Lisboa mas com cheirinho a Açores! A minha querida miguita do sul (sortuda que há bem pouco foi conhecer S.Miguel - um verdadeiro paraíso, diga-se de passagem) mandou-me um cheirinho de lá em forma de postal, íman e caneca. Bem, caneca é como quem diz... meia caneca! Mas sabem, é linda!!!!!! (E não, não se partiu... é meia mas é uma meia completa :)))).
Obrigada, Anabela. Tenho a certeza que vieste de lá tão maravilhada quanto eu! E só por me teres aguçado o apetite, decidi viajar até lá agorinha mesmo. Também querem?! Cliquem no vídeo ao lado e apertem o cinto. ;)
Eu já vos disse que já ganhei um carro num concurso da CARAS?! Pois já! Há uns anos fui contemplada com um Mercedes classe A bem catita. Mas a minha sorte não termina aqui! Domingo passado deixei o meu pópó estacionado numa rua no centro de Viseu e quando voltei ainda tinha carro. Normal?! Bem, seria... não tivesse eu deixado o carro aberto e com a chave na ignição...
O Sr. Engenheiro levou a sua tia querida a dar uma voltinha de moto. E chamou-lhe medricas! Pois... a medricas sou eu, mas tu é que tapas os olhos, né?!
Podem não acreditar, mas eu acredito. Na terra também há anjos. Tanto que conheço um. Um Anjo Branco. E que acha que eu mereço uma nota 10 (espero que a escala seja de 0 a 10...).
E eu, que não sou um anjo mas bem que passava por um (só me falta mesmo a auréola), vou atribuir notas também. Eis os contemplados com a nota máxima:
=> Ahhhhhhhh, faltam as OITO CARACTERÍSTICAS MINHAS:
- brincalhona, dorminhoca, friorenta, branquela, vaidosa, mimalha, chorona e faladora.
=> E agora as regras: 1 - Escrever uma lista com 8 características nossas. 2 - Convidar 8 parceira(o)s de blogues amigos para responder. 3 - Comentar no blogue de quem nos convidou. 4 - Comentar no blogue da(o)s nossa(o)s convidada(o)s, para que saibam da “indicação”.
E porque um dia destes tive uma surpresa, lá no pedacinho de céu, resolvi trazê-la para cá também! Foi o Anjo que me ofereceu :)! Obrigada, White Angel! AMO papoilas!!!!
CANÇÃO PARA OS MEUS AMORES Amar é estares comigo... e quando não estás... é sentir saudade! Para mim... tu és Amor! Vives a meu lado e ensinas-me a Vida. A Vida intensa e profunda que brota do mais íntimo do meu Eu e me transforma. A Vida... Luz da Paz e do Bem! Trouxeste-me ao Mundo E embalaste-me no Amor. Choraste comigo sonhos de alegria E cantaste sorrindo lágrimas de emoção. Contigo continuo a aprender Que o amanhã é o Hoje... e o Hoje é sentir-me bem. Contigo continuo a crescer E a sentir a leveza do tempo a correr. Em todos os momentos, o perfume do tempo é um roseiral multicor Onde o frio não entra E onde o sol do teu abraço me aquece, me aperta e me deixa mais forte... Porque tu estás aqui! Deixa-me dizer-te agora, Neste momento, Já: AMO-TE, meu Amor!
Nota de rodapé da autora: A todos os que, de uma maneira ou de outra, a Vida colocou no meu caminho para me ensinarem a Viver! Bem-hajam.
Ei-la, a Helena, a cortar o seu bolinho de aniversário.
Sei bem que hoje é o teu dia. Mas será que tinhas mesmo de fazer jus ao teu nome santo?!?! Eu sei que ontem deve ter havido festa de arromba e que hoje devem ser muitos os que podem ficar no choco até mais tarde. Mas até mesmo pra esses, não poderás tu mandar o mau tempo embora?! Please!!!!!!!!!!
Olha, a tua sorte é que hoje os pescadores, por regra, não vão ao mar. Senão queria ver como te desenrascavas para os protegeres...
Hoje vai ser a grande noite de S. João, daí a retoma da música a condizer. No entanto, é já o dia de alguém, que ainda por cima o começou com uma massagem e um duche vichy e acabou há pouco de me fazer inveja. Maninho, maninho, só te perdoo porque estás de parabéns (e porque a inveja vai durar pouco já que vou ter um fim-de-semana desses brevemente ;) ). Mas o aniversariante teve desta vez uns problemas técnicos para colocar a sua quadra dos Santos Populares aqui no Auxiliar e por isso, aproveitou para a enviar por telefone. Reza assim:
Com um ramo de cidreira
Mais o martelinho na mão
Da Boavista à Ribeira
É noite de S. João.
E acrescento eu:
Cuidadinho não te engasgues
Com o vinho logo ao jantar
É que a idade não perdoa
Mesmo a quem a consegue enganar.
Um bom S. João pra todos!!!!!! (se vocês soubessem a confusão que vai por aqui na minha vizinhança laboral à custa da sardinha...)
Os loucos serão sempre loucos e a loucura pode ser o melhor que há. Pelo menos, oferece muitas vezes momentos bonitos, bons e inesquecíveis. 7 loucos foram este sábado despedir-se da primavera. Foram à montanha! E a montanha estava linda!!!!! E a primavera já tinha dado lugar ao verão. Gosto de ser louca. E gosto do verão!
Foram precisos 35 anos, é verdade, mas descobri ontem que leite com groselha é delicioso. Acho que já escolhi a bebida para patrocinar o meu verão.
Lá venho eu no meu percurso matinal entre o carro e o escritório, caminho pelo qual digo bom dia não sei quantas vezes, e passso ali nas senhoras que vendem roupa na rua e vejo que também têm manjericos esta semana. Conforme passo e dou os bons dias, aproveito e passo também a mão por um dos ditos cujos - que cheirinho!!!!!! - e não resisto. Volto pra trás e toca a desembolsar 4 euritos pra comprar um manjerico (parece que tive direito a um desconto). Lá venho eu de manjerico na mão rua fora e passa por mim um senhor que me diz: "- Ai menina, que bem que lhe fica o manjerico!" Sorri e agradeci, sim, que eu vinha muito bem-disposta! E não viesse eu com mais 10 cm extra, acho que até tinha crescido um bocadinho... ;) E como diria um amigo meu, 'a ele não lhe custou nada e a mim soube-me bem!'
Aproveito pra dizer que estou a adorar a vossa veia poética. E podem continuar, faxfabor!
Andei à procura da letra da música que figura de momento aqui na barra lateral. Porque a primeira vez que a ouvi adorei-a. Ficou-me no ouvido! E este é um hábito de longa data, aprender as letras das músicas que gosto.
Parece que reza assim:
Foi tão fácil Deixar-me perder Sem sinais No teu céu Pois eu já não encontro O caminho
Eu não sei mais Como hei-de voar Esquecer Livrar o pensar Se és tão frágil Neste mundo
Continuo a deixar-me perder Sem sinais No teu céu Pois eu já não encontro O caminho.
No entanto, esta pesquisa levou-me mais longe (esta coisa da net é tramada, para o bem e para o mal) e dei de caras com isto. E fiquei, de certa maneira, triste. Sim, triste.